Admirável mundo novo da arquitetura em 3D

                                                                              

Para iniciar o projeto, o arquiteto tem de enxerga de forma sutil todas as ideias apresentadas e efetivar o desafio real de criar volume e forma. Algumas premissas como terreno, topografia, briefing, leis (municipais e federais) são intocáveis e precisam de atenção pragmática. Além, claro, da fundamental disponibilidade financeira.

Neste segmento, os profissionais que conseguem destaque estão comprovando que há um mundo bem mais amplo do que o simples desenho. Hoje as ideias são discutidas pelo cliente e com o cliente e precisam ser exploradas em diversos sentidos, diferentes meios e com formatos inéditos.

                                                                              

Exata e pontual aqui entra a impressão 3D. As modernas impressoras da Stratasys, que são comercializadas pela SJTECH, oferecem ao arquiteto, literalmente, peças impressas, reais e sugestivas. Projetos impressos em 3D transformam o sonho em realidade, deixa o cliente sentir que finalmente sua ideia tem a sua cara.       

Exatamente por compreender as necessidades contemporâneas dos arquitetos, a SJTECH comercializa impressoras 3D ou pode atender a demanda do mercado.  Por isso, investiu em profissionais preparados para lidar com o segmento de arquitetura. “Contamos com uma equipe preparada para consolidar projetos específicos em 3D de acordo com a necessidade do cliente do arquiteto. Podemos, em conjunto, propor novas ideias e apresentá-las de forma física, ou seja, impressa e customizada”, diz Elza Guerra, diretora comercial da SJTECH.

                                                                              

Definitivamente a arquitetura precisa de formas bonitas, cores da moda e texturas interessantes. Coincidentemente a impressão 3D, por meio de suas tecnologias, está pronta para impressionar. Hoje a SJTECH atua com a Fused Deposition Modeling (FDM) e a PolyJet. A tecnologia FDM acessa uma câmara de aquecimento e o processo de extrusão estabelece um fino cordão de plástico contínuo para formar uma camada. Na sequência, o processo de camadas se repete para enfim chegar à consolidação das peças termoplásticas. Já no processo conhecido como PolyJet há um cabeçote – com quatro ou mais cabeças de impressão e lâmpadas UV – que deposita pequenas gotas de fotopolímeros que se solidificam quando expostos à luz UV.

A tecnologia PolyJet proporciona uma superfície quase pronta para a pintura por exemplo. Após um rápido processo de polimento já é possível contar com uma superfície lisa e brilhante. No caso do FDM o processo de extrusão produz linhas visíveis devido às camadas que, evidentemente, podem ser eliminadas após um processo mais detalhado de acabamento. O FDM tem um custo menor, pois lida com menos matéria-prima; a PolyJet precisa de mais material para suprir as minúsculas gotas que efetivam o objeto em 3D.   

Outro detalhe favorável ao mundo da impressão 3D é que não há necessidade de grandes treinamentos. As empresas não precisam investir grandes quantias em mão de obra. Basicamente, a impressão 3D atende todos os softwares sendo que o CAD gera o arquivo STL que vai para a impressão. Logo após o próprio software da impressora cria a geometria de camada a camada.

“A impressão 3D pode atuar desde a concepção dos projetos de arquitetura e urbanismo passando pela execução chegando à área de arquitetura de interiores. Há um mundo novo, quase infinito, que pode ser explorado pela impressão 3D”, convida Elza.   

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